Os pomeranos e o pós guerra. - por Ivan Seibel*

Mesmo com o término da guerra depois de 1945, alguns delegados brasileiros continuaram com sua intensa repressão a tudo que não fosse tipicamente “brasileiro”. 


Os novos luso-brasileiros aqui chegados também eram bem assimilados pela população brasileira que já os considerava brasileiros natos. Afinal, comunicavam-se no mesmo idioma, tinham a mesma religião e os mesmos traços culturais.

Também os italianos, especialmente pela identificação religiosa católico-romana e também pela semelhança representada pelo seu idioma latino, rapidamente dominaram a língua portuguesa e consequentemente puderam caminhar na direção de uma integração plena.

E, a bem da verdade, com isto romperam as duas principais barreiras no caminho da aculturação nacional. Mas, com relação aos pomeranos e também aos demais descendentes teutos as suas atitudes sempre foram muito diferentes. Foi um preço que precisou ser pago.

 
*Ivan Seibel, Reg. Prof. Mtb 14.557, natural do Espírito Santo, é médico em Venâncio Aires, RS, escritor (“Imigrantes a duras penas”, entre outros), comentarista do programa radiofônico semanal AHAI – A Hora Alemã Intercomunitária > bl 03, colunista www.brasilalemanha.com.br e editor de Folha Pomerana Express >

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