Die Kanzlermacher – von Eckhard Ernst Kupfer – Programa AHAI 1415

Confira versão em português mais abaixo

Abstrakt: Deutschland hat gewählt, aber eine neue Regierung hat es noch lange nicht, die Bürgermeinung war noch nie so unterschiedlich und die Zukunftsfrage noch nie so ungewiss.                              

In der Nachkriegszeit war es lange Tradition, dass eine der beiden Volksparteien, die christlich-demokratische oder die sozialdemokratische die Mehrheit erhält und somit die Regierung bildet. Selbst wenn sie es alleine nicht schafften, gab es immer eine dritte Partei, die sozusagen als Steigbügelhalter, meist die Liberale Partei, dann den Rest an Stimmen und Sitzen zusammenbrachte um zu regieren. Aber bereits gegen Ende der 1990er Jahre tauchte dann noch eine vierte Partei auf, zusammengesetzt aus Umweltbeschützern und dem Bündnis, das in der ehemaligen DDR half den politischen Zusammenbruch zu erreichen: „Die Grüne/Bündnis 90“, die schliesslich 1998 der SPD zum regieren verhalf.

Doch dann kam  Angela Merkel und Deutschland erlebte eine gewisse Nostalgie, der Wunsch nach einer starken Führungspersönlichkeit. So war es in der jungen Republik mit Konrad Adenauer, und ebenso in den 1980/1990er Jahren mit Helmut Kohl, der nach Bismarck, mit 16 Jahren der Kanzler mit der längsten Amtszeit war. Doch Angela Merkel könnte ihn noch leicht übertreffen,  obwohl sie sich diesesmal nicht mehr zur Wahl gestellt hat. Es könnte an dem schwierigen Wahlergebnis liegen. Die Zeit der grossen Volksparteien scheint vorbei zu sein, denn sowohl SPD als auch CDU erhielten gerade oder gar weniger als ein Viertel der Stimmen. Damit liegt die Entscheidung wer Kanzler werden wird bei den Parteien die den dritten und vierten Platz belegen, denn ihre Anteile werden zur Regierungsbildung benötigt.

Diese Verhandlungen werden alles andere als einfach sein, schon erste Gespräche und Diskussionen zeigten bereits eine Menge Dissenzen. Während die liberale FDP die Steuern für hohe Einkommen senken will, will die SPD sie für diese Gruppe erhöhen. Aber das Zünglein ander Waage könnte die Grüne Partei sein, deren Parteimitglieder und Anhänger nun die grosse Chancen sehen aus Deutschland eine ¨Grüne Zukunftsrepublik¨ zu machen.

Aber damit ist die wichtigste Frage noch immer nicht geklärt, wer wird den Kanzler stellen? Nachdem der unterlegene CDU-Kandidat ,Armin Laschet noch immer nicht eingestanden hat, dass er die Wahl verlor und sich Hoffnungen auf ein Platzet der beiden dritt und viert plazierten Parteien macht, muss auch der Gewinner Olf Scholz von der SPD erst einmal abwarten und sehen wie sich die Dinge entwickeln.

_________________________________________________________________________________________________________

Os criadores do novo Chanceler na Alemanha                        

Resumo: A Alemanha votou, mas um novo governo ainda não foi definido está longe disso, a opinião dos cidadãos nunca foi tão diversificada e a questão do futuro nunca foi tão incerta.

Na época de pós-guerra, era uma longa tradição que um dos dois partidos do povo, o cristão-democrata ou o social-democrata, recebesse a maioria dos votos e assim formasse o governo. Mesmo que não fizessem isso por conta própria, sempre havia um terceiro partido que, por assim dizer, como um detentor de estribo, geralmente o Partido Liberal, reunia o resto dos votos e assentos para governar. Mas já no final da década de 1990, surgiu um quarto partido, composto por ambientalistas e a aliança que ajudou a alcançar o colapso político na antiga RDA: “Os Verdes/Aliança 90”, que finalmente ajudou o SPD a governar em 1998.

Mas então veio Angela Merkel e a Alemanha experimentou uma certa nostalgia, o desejo por um líder forte. Este foi o caso na jovem república com Konrad Adenauer, e na década de 1980/1990 com Helmut Kohl, que foi o chanceler com o maior mandato depois de Bismarck, com 16 anos de governo. Mas Angela Merkel poderia facilmente superá-lo, mesmo que ela não tenha participado da eleição desta vez. Isso pode ser devido ao difícil resultado eleitoral. A liderança dos principais partidos populares parece ter acabado, porque tanto o SPD quanto a CDU receberam pouco mais ou menos de um quarto dos votos. Assim, a decisão de quem se tornará chanceler cabe aos partidos que ocupam o terceiro e quarto lugar, pois seus votos são necessários para definir a formação do novo governo.

Essas negociações não serão fáceis, as conversações iniciais e as discussões já mostraram muita discordância. Enquanto o partido liberal quer reduzir os impostos sobre os altos rendimentos, o SPD quer aumentá-los para este grupo. Mas a ponta da balança poderia ser o Partido Verde, cujos membros do partido e apoiadores agora veem a grande oportunidade de fazer da Alemanha uma “República Verde do Futuro”.

Mas isso ainda não esclarece a pergunta mais importante: quem vai ser o próximo Chanceler? Enquanto o candidato derrotado da CDU, Armin Laschet ainda não admitiu que tenha perdido a eleição, e espera uma decisão do terceiro e quarto colocado, o vencedor Olaf Scholz do SPD, tem que esperar e ver como as coisas se desenvolverão.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *