Fundação Heinrich Böll Brasil – Informativo Brasil Junho/2017

Boletim Informativo Junho/2017

EDITORIAL

Na edição de junho do boletim informativo, o agravamento da violência no Complexo do Alemão é tema de uma entrevista com Alan Brum Pinheiro. Ele é uma importante liderança do Instituto Raízes em Movimento, que atua no local. Mesmo com o atual quadro, as atividades de empoderamento cultural, social e político foram ampliadas e diversificadas.

Também trazemos um artigo de Liane Schalatek e Nora Löhle sobre a saída dos EUA do Acordo de Paris, anunciada por seu presidente Donald Trump. Liane e Nora atuam no escritório norte-americano da Fundação Böll. No artigo, elas analisam as causas e consequências desse acontecimento.

O boletim anuncia ainda o lançamento da versão em inglês do Atlas do Mar, uma publicação onde se registra o impacto socioambiental da ação humana sobre os oceanos. O documento foi produzido pelo escritório da Fundação em Kiel, na Alemanha.

Por fim, trazemos um texto de Alessandra Cardoso, assessora política do Inesc, sobre os movimentos do Congresso Nacional pela aprovação de projetos que causam grande dano ambiental. E anunciamos a efetivação de nossa nova diretora no Brasil, Annette von Schönfeld. Ela comandava o escritório da Fundação no México, e está se instalando no Rio de Janeiro por um período de cinco a seis anos.

Boa leitura!

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Fundação Böll entrevista Alan Brum, do Raízes

Raízes: a resistência no Alemão em forma de cultura

23 junho 2017

por

Leandro Uchoas

O Complexo do Alemão voltou a viver um aumento nos níveis de violência. No entanto, nem tudo é para se lamentar. Parceiro da Fundação Heinrich Böll, o Instituto Raízes em Movimento atravessa essa situação de forma exemplar. Mesmo diante desse quadro de violações constantes, o trabalho foi amplificado e diversificado. A Fundação entrevistou um dos fundadores do Raízes, Alan Brum Pinheiro. Articulado e combativo, Alan falou do momento difícil em que vivem as Favelas do Alemão, mas descreveu o avanço das ações culturais e políticas da sua organização.

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Com ou sem o Acordo de Paris: Trump não terá a última palavra sobre a política de ação climática norte americana

Liane Schalatek

Nora Löhle

No dia 01 de junho, o presidente Donald Trump declarou no Jardim das Rosas da Casa Branca que iniciaria medidas para retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris, colocando assim seu país de volta à categoria de “Estado pária” nas negociações climáticas internacionais. Esta é a segunda vez em que os EUA ganham esse status, a primeira após a administração George W Bush abandonar o Protocolo de Quioto, em março de 2001. No entanto, desde então, o apoio às ações climáticas internacionais cresceu entre o eleitorado dos EUA, assim como a disposição e a capacidade de atores subnacionais de perseguir sua própria e ambiciosa agenda do clima.

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Fundação Böll lança Atlas do Mar em Conferência

 

Leandro Uchoas

Em Nova Iorque, a Fundação Heinrich Böll lançou nesta quinta-feira (8/6), Dia Mundial dos Oceanos, o Atlas do Mar. Resultado de ampla investigação, a publicação aborda os problemas sociais e ambientais oriundos de uma relação pouco respeitosa dos países com o mar, e as consequências sociais e políticas do agravamento desse quadro. O Atlas foi lançado durante a Conferência de Alto Nível das Nações Unidas sobre os Oceanos, que visa apoiar a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14, relativo à proteção e conservação destes ecossistemas.

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Licença para destruir #Resista

 

Alessandra Cardoso

Buscando contribuir para a compreensão do que se trata e dos riscos envolvidos na proposta em discussão no Congresso Nacional sobre os retrocessos socioambientais que impactarão o meio ambiente e a vida das pessoas, a assessora política do Inesc, Alessandra Cardoso fez um texto destacando pontos perigosos deste novo projeto promovido pelo governo e pela bancada ruralista.

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Annette von Schönfeld vai comandar o escritório no Brasil

Annette von Schönfeld é a nova diretora do escritório da Fundação Heinrich Böll no Brasil. Ela dirigiu o escritório da Fundação no México de 2012 até  fevereiro de 2017 e entre 2006 e 2012 trabalhou como diretora do departamento América Latina na sede da Fundação em Berlim.

Mestre em comunicação pela Freie Universität Berlin, coordenou durante mais de dez anos diferentes projetos de cooperação governamental e não-governamental na América Latina (Chile, Nicarágua, Guatemala e Brasil).

 

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