Exposição sobre a vanguarda ZERO no diálogo com movimentos sul-americanos – Porto Alegre, até 04 de março

Desde o início, o movimento ZERO pretendia transpor não apenas fronteiras artísticas, mas também entre nações. Assim, a exposição não se limita a mostrar um dos mais influentes movimentos artísticos alemães e internacionais do pós-guerra: as suas conexões com artistas sul-americanos, especialmente do Brasil, da Venezuela e da Argentina também são trazidas à luz – e ganham visibilidade nessa forma pela primeira vez.

A partir de 1958, o grupo ZERO modificou substancialmente a arte alemã do pós-guerra. Os artistas buscavam um novo começo, livre de pesos e amarras, uma “hora zero”, que deveria se expressar numa autocompreensão artística moderna, com uma nova linguagem visual e formal. O grupo ZERO foi fundado em Düsseldorf por Otto Piene e Heinz Mack, aos quais em 1961 se juntou Günther Uecker.

 

LEGENDA DA FOTO:

Otto Piene
Geschichte des Feuers [História de incêndio], 1968-1971
Quatro esculturas de luz: Titelsäule (90 x Ø 70 cm), Sleepwalker (50 x Ø 50 cm), Osramsatellit (176 x Ø 50 cm), Schwarzer Stern (200 x Ø 80 cm)
Vista da instalação Die Sonne kommt näher. Otto Piene. Frühwerk, Museum für Gegenwartskunst, Siegen, Alemanha, 2003
Cortesia LWL–Museum für Kunst und Kulturgeschichte (Westfälisches Landesmuseum)
Foto: Günther Thorn
© Piene, Otto / Licenciado por / Licensed by AUTVIS, Brasil, 2013

 

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Produção Brasil Alemanha

The Schneider´s

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