6º Simpósio Brasil-Alemanha: Comunidades e Diversidade Indígena

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A grande riqueza cultural indígena, tem na Amazônia um ápice evolutivo, sendo valorizado devido seu significado mitológico, que evidenciam a existência de manifestações pré-históricas, desconhecidas até pouco tempo e que são representativas de um mundo estético de marcada originalidade e precursora de uma linguagem amazônica.

A diversidade e o vigor da população indígena no Brasil, está revertendo uma tendência que apontava para uma extinção no século passado, onde na década de 80 a população que era menor que 100.000, chegou a 295.000 em   1991 e no censo publicado em 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esta população alcançou 869.9 mil indígenas, uma alta fecundidade e um salto populacional devido a integração afirmativa que se observa nas aldeias e nos jovens indígenas brasileiros.

As Etnias ganham na região do Tapajós um destaque pelo resurgimento de antigas nações e tribos ditas como extintas em meados do século XVII, apresentando sua cultura de forma original e de grande relação com a natureza. É o caso dos Tapajó, Tupinambás, Arapiuns, Jaraqui, Cumaruara, Mundurucus, Wai Wai, Cara Preta, Boraris e outras que aliados aos índios do Xingu, marcam cada vez mais a intima relação destes com a terra e com os rios, havendo a demanda de políticas que garantam as suas principais fontes de sobrevivência, de sua cultura e identidade.

Neste propósito, os congressistas do VI simpósio Brasil-Alemanha de Desenvolvimento Sustentável, terão a satisfação de estar numa cidade  construída em um sítio arqueológico de uma das mais enigmáticas tribos da Amazônia, os Tapajós, com a possibilidade de visitarem e projetarem novos programas de cooperação para as áreas remanescente, aliando o conhecimento científico com a sabedoria milenar local.

Bem vindos a Aldeia Santarena e ao Campus Tapajós  da Ufopa,  sítio arqueológico construído na Vera Paz visando a integração dos mundos e da amazônia. Aqui somos todos Parentes.

A grande riqueza cultural indígena, tem na Amazônia um ápice evolutivo, sendo valorizado devido seu significado mitológico, que evidenciam a existência de manifestações pré-históricas, desconhecidas até pouco tempo e que são representativas de um mundo estético de marcada originalidade e precursora de uma linguagem amazônica.

A diversidade e o vigor da população indígena no Brasil, está revertendo uma tendência que apontava para uma extinção no século passado, onde na década de 80 a população que era menor que 100.000, chegou a 295.000 em   1991 e no censo publicado em 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esta população alcançou 869.9 mil indígenas, uma alta fecundidade e um salto populacional devido a integração afirmativa que se observa nas aldeias e nos jovens indígenas brasileiros.

As Etnias ganham na região do Tapajós um destaque pelo resurgimento de antigas nações e tribos ditas como extintas em meados do século XVII, apresentando sua cultura de forma original e de grande relação com a natureza. É o caso dos Tapajó, Tupinambás, Arapiuns, Jaraqui, Cumaruara, Mundurucus, Wai Wai, Cara Preta, Boraris e outras que aliados aos índios do Xingu, marcam cada vez mais a intima relação destes com a terra e com os rios, havendo a demanda de políticas que garantam as suas principais fontes de sobrevivência, de sua cultura e identidade.

Neste propósito, os congressistas do VI simpósio Brasil-Alemanha de Desenvolvimento Sustentável, terão a satisfação de estar numa cidade  construída em um sítio arqueológico de uma das mais enigmáticas tribos da Amazônia, os Tapajós, com a possibilidade de visitarem e projetarem novos programas de cooperação para as áreas remanescente, aliando o conhecimento científico com a sabedoria milenar local.

Bem vindos a Aldeia Santarena e ao Campus Tapajós  da Ufopa,  sítio arqueológico construído na Vera Paz visando a integração dos mundos e da amazônia. Aqui somos todos Parentes.

Fonte:

A grande riqueza cultural indígena, tem na Amazônia um ápice evolutivo, sendo valorizado devido seu significado mitológico, que evidenciam a existência de manifestações pré-históricas, desconhecidas até pouco tempo e que são representativas de um mundo estético de marcada originalidade e precursora de uma linguagem amazônica.

A diversidade e o vigor da população indígena no Brasil, está revertendo uma tendência que apontava para uma extinção no século passado, onde na década de 80 a população que era menor que 100.000, chegou a 295.000 em   1991 e no censo publicado em 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esta população alcançou 869.9 mil indígenas, uma alta fecundidade e um salto populacional devido a integração afirmativa que se observa nas aldeias e nos jovens indígenas brasileiros.

As Etnias ganham na região do Tapajós um destaque pelo resurgimento de antigas nações e tribos ditas como extintas em meados do século XVII, apresentando sua cultura de forma original e de grande relação com a natureza. É o caso dos Tapajó, Tupinambás, Arapiuns, Jaraqui, Cumaruara, Mundurucus, Wai Wai, Cara Preta, Boraris e outras que aliados aos índios do Xingu, marcam cada vez mais a intima relação destes com a terra e com os rios, havendo a demanda de políticas que garantam as suas principais fontes de sobrevivência, de sua cultura e identidade.

Neste propósito, os congressistas do VI simpósio Brasil-Alemanha de Desenvolvimento Sustentável, terão a satisfação de estar numa cidade  construída em um sítio arqueológico de uma das mais enigmáticas tribos da Amazônia, os Tapajós, com a possibilidade de visitarem e projetarem novos programas de cooperação para as áreas remanescente, aliando o conhecimento científico com a sabedoria milenar local.

Bem vindos a Aldeia Santarena e ao Campus Tapajós  da Ufopa,  sítio arqueológico construído na Vera Paz visando a integração dos mundos e da amazônia. Aqui somos todos Parentes.

Fonte: http://www.ufopa.edu.br/sba-2013/informacoes/comunidade-indigena

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