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19/02/2019

RS | Museu Histórico Visconde de São Leopoldo terá centro de pesquisa genealógica - por Priscila Carvalho*

A cidade de São Leopoldo, RS, conhecida como o berço da colonização alemã no Brasil, muito em breve ganhará mais uma importante referência da etnia germânica.

Numa parceria entre o Museu Histórico Visconde de São Leopoldo – MHVSL e o grupo Genealogia RS – Pesquisas Teuto-brasileiras, será implementado naquela cidade  o “Centro de Pesquisas de Genealogia e História da Imigração Alemã”, junto à sede do Museu, que fica na avenida Dom João Becker 491, no centro da cidade.

O resultado dessa parceria será “o segundo maior acervo genealógico do Brasil em imigração alemã”, coloca Nélio Schmidt, fundador do Genealogia RS e um dos mentores da ideia, junto do presidente do Museu, Cássio Tagliari. Na projeção de Schmidt, o Centro leopoldense deve ficar atrás apenas do Instituto Martius-Staden de Ciências, Letras e Intercâmbio Cultural Brasileiro-Alemão, que fica em São Paulo. No total, num primeiro momento, aproximadamente 400 livros físicos e 300 livros digitais, em PDF, estarão disponíveis para consulta no local. “No acervo digital, a pessoa terá acesso a livros antigos que, às vezes, nem existem mais”, sublinha ele.

Tagliari e Schmidt

O presidente do MHVSL conta que, dentre as pesquisas realizadas por quem procura o Museu, o destaque vem sendo a genealogia. E ele próprio, também pesquisador, não estava satisfeito com o acervo da instituição relativo ao tema. Há alguns meses, o museu – que conta com uma boa estrutura física - e o grupo Genealogia RS vêm dando vida à ideia de juntar os dois acervos num único local, num projeto de reunir informações e facilitar as pesquisas.

Além do grande material sobre imigração no Estado, o Centro ainda poderá ajudar o museu. Tagliari explica que haverá potencial de receita para a entidade, pois a proposta é que um valor simbólico – que ainda será definido – seja cobrado, a princípio por hora de pesquisa, e revertido integralmente ao MHVSL.

Mas o que é o Grupo Genealogia RS? Completando este ano (2019) oito anos de existência, o grupo foi fundado por Schmidt após a extinção do Instituto de Genealogia do Rio Grande do Sul – INGERS. Conta com 50 pessoas de forma presencial, e mais 100, de forma virtual. Na rede social FaceBook, o grupo é público e congrega hoje mais de 5 mil integrantes. “Nosso objetivo é pesquisar e divulgar a história da imigração alemã, inclusive quebrando paradigmas que se instauraram no decorrer dos anos. Nossas pesquisas são fundamentadas nas informações e registro primários”, esclarece o fundador.

A partir de 20 de fevereiro, o Centro já receberá contatos para reserva de horários para pesquisa, que serão disponibilizados de terça a sábado. A previsão é que passe a funcionar a partir de 4 de março. 

INFORMAÇÕES 

Interessados em outros detalhes sobre o funcionamento do Centro de Pesquisas de Genealogia e História da Imigração Alemã podem entrar em contato pelo telefone do museu: (51) 3592-4557 ou consultar o site www.genealogiars.com.br ..

Contribuição da diretora de Publicações Leila Ossola.

Base do texto: https://www.jornalvs.com.br/_conteudo/noticias/regiao/2019/02/2375428

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Enviado por: "Diretoria CBG" <diretoriadocbg@gmail.com>



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