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Colunistas

06/06/2013

Rio de Janeiros Uranium Film Festival vergibt Trophäen für Atomare Filme

(Veja abaixo versão em português) Die 2012 produzierte Komödie “Atomic Ivan” aus Russland bekam den Yellow Oscar als bester nuklearer Spielfilm des Uranium Film Festivals von Rio de Janeiro 2013.

Das 3. Internationale Uranium Film Festival von Rio de Janeiro hat seine Yellow Oscars vergeben. Die 2012 produzierte Komödie “Atomic Ivan” aus Russland bekam den Yellow Oscar als bester nuklearer Spielfilm des Uranium Film Festivals von Rio de Janeiro 2013. "Atomic Ivan" ist der Debütfilm des russischen Theater- und Opern-Regisseurs Vasily Barkhatov und spielt an den Originalschauplätzen zweier russischer Atomkraftwerke. "Dokumentarfilme über Atomkraft sind wichtig. Doch um das große Publikum zu erreichen muss man auch andere Wege gehen. Vasily Barkhatov tut dies auf amuesante, unterhaltsame Art und Weise. Atomic Ivan ist eine herrliche, surrealistische Komödie im Stile von Federico Fellini und transportiert darüber hinaus wichtige, wissenschaftliche Informationen über Atomkraft und Radioaktivität", so Festivaldirektor Norbert G. Suchanek. Zwischen 16. bis 26. Mai zeigte das Uranium Film Festival im Cinema von Rio de Janeiro´s Museum fuer Moderne Kunst (MAM-Rio) 52 Filme aus 19 Laendern.

Foto: Uranium Film Festival Rio de Janeiro - www.uraniumfilmfestival.org

 

Ravensburger Trickfilmer gewinnen Yellow Oscar in Rio de Janeiro

Eine weitere der in diesem Jahr sechs Trophäen des in der Welt einzigartigen, atomaren Filmfests ging an eine Produktion aus Deutschland: "Abita - Die Kinder von Fukushima". "Abita" ist die Bachelorarbeit 2012 von Shoko Hara und Paul Brenner von der Dualen Hochschule Baden-Württemberg in Ravensburg und zeigt die Auswirkungen eines atomaren GAU wie Fukushima auf Kinder. "Abita ist ein sehr poetischer und ausgezeichnet produzierter Animationsfilm", so Leo Ribeiro, brasilianischer Trickfilmer, Professor für Animationsfilm und Mitglied der Festivaljury.

Die weiteren vier "Yellow Oscars" gingen an Filme aus den USA, Indien, Estland und Jordanien.

"Nuklear Savage: The Islands of Secret Project 4.1” von US-Filmmaker Adam Jonas Horowitz bekam den Yellow Oscar als bester Feature Dokumentarfilm. "Eine exzellent produzierte Anklage gegen Atombombentests im Pazifik. Inselbewohner wurden von der damaligen US-Regierung als `Versuchskaninchen´ missbraucht, um die Folgen von radioaktiver Verseuchung zu testen."

Eine Ratte wiederum ist Hauptdarsteller einer radioaktiven Horror-Komödie aus Estland, die den Yellow Oscar in der Kategorie "Beste Kurzfilmkomödie" einheimste. Die Horror-Komödie "Curiosity Kills" (Neugierde ist Tödlich) des jungen Regisseurs Sander Maran von der Baltic Film and Media School macht auf kurzweilige Weise drastisch klar, dass man mit radioaktiven Substanzen nicht spaßen darf. Im vergangenen Jahr, 2012, bekam dieser Preis die Thriller-Komödie "Coffee Break" von Marko Kattilakoski aus Schweden, die den Atomunfall von Tschernobyl zum Hintergrund hat.

Der Filmpreis für den besten Kurzdokumentarfilm ging an die indische Produktion "High Power" über die Folgen des ersten, in den 1960er Jahren gebauten indischen Atomkraftwerks. Die lokale Bevölkerung, mehrheitlich Fischerfamilien verloren Land, Fischgründe und Gesundheit, dokumentiert der Film. Obwohl in Rio de Janeiro mit dem Yellow Oscar geehrt, ist High Power von Regisseur und Atom-Ingenieur Pradeep Indulgar aus Mumbai offiziell in Indien (noch) verboten.

Eine Neuigkeit in diesem Jahr ist der Yellow Oscar für Schülerproduktionen. Er ging an "No to a Nuclear Jordan" der 16-jährigen Schülerin Solenne Tadros aus Jordanien. Mit der Preisvergabe an "No to a Nuclear Jordan" will die Festivaljury zum einen die Diskussion über die Nutzung von Atomkraft in dem Haschemitischen Königreich, das neue Atomkraftwerke und Uranminen in der Planung hat, anregen. Zum anderen soll der studentischen Yellow Oscar "Schule machen" und andere Schüler and Studenten von Filmschulen dazu animieren, sich gleichfalls diesem wichtigen, aber gleichzeitig komplizierten Thema zu widmen. "Es muss nicht nur ein Film über Atomkraftwerke sein", so Festival-Co-Direktorin Marcia Gomes de Oliveira. "Radioaktiver Abfall fällt auch in Krankenhäusern an, und auch die Maschinen für Lebensmittelbestrahlung enthalten radioaktive Materialien. Was ist, wenn diese Apparate irgendwann Schrott werden?"

3 deutsche Filme erhielten besondere Anerkennungen

Neben Yellow Oscar-Gewinner Abita bekamen drei weitere deutsche Filme eine besondere Anerkennung "Hors Concours": "Friedlich in die Katastrophe" von Marcin El, "Unter Kontrolle: Eine Archäologie der Atomkraft" von Volker Sattel (ARTE/WDR) und "Der Bauch von Tokyo" von Reinhild Dettmer-Finke (ARTE/WDR).

Das Uranium Film Festival ist das in der Welt einzige Filmfest, das sich der gesamten Atomaren Kette widmet. Vom Uranbergbau bis zum atomaren Abfall, vom Atombombentests bis zu Nuklearen Unfällen. Es findet jährlich jeweils Mai/Juni im Filmtheater des Museums für Moderne Kunst Rio de Janeiro (MAM-Rio) statt. Ausgehend von Rio geht es dann mit den besten Produktionen auf Reisen. Das Uranium Film Festival war bereits u.a. in Lissabon, Berlin, Neu Delhi und Mumbai. In diesem Jahr sind ein Uranium Film Festival in München sowie eine Tour durch die USA geplant.


Weitere Infos und Fotos:
Kontakt

Uranium Film Festival
Rua Monte Alegre 356 / 301
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Uranium Film Festival Rio de Janeiro - www.uraniumfilmfestival.org



 

Festival de Filmes Nucleares do Rio de Janeiro premiou filmes da Rússia, EUA, Índia, Estônia, Jordânia & Alemanha

Uranium Film Festival termina em Samba da Mangueira!

Em ritmo de samba mangueirense e caipirinha, encerrou o Uranium Film Festival Rio de Janeiro 2013, na Cinemateca do Museu de Arte Moderna (MAM). De 16 a 26 de maio de 2013, 52 filmes de 19 países foram exibidos, com nove estreias mundiais. Durante a Cerimônia de Premiação, com a presença de sobreviventes da bomba atômica de Hiroshima e Nagasaki, seis produções levaram o troféu Oscar Amarelo para casa.

Os seis premiados:

Categoria Longametragem Ficção: A comédia romântica 'Atomic Ivan'. Rússia, 2012, 91 min, Direção Vasily Barkhatov, Produção Executiva, Viktoria Gromik, Telesto Film.

Categoria Curtametragem Ficção: A comédia 'Curiosity Kills' (A Curiosidade Mata). Estônia, 2012, 14 min, Direção Sander Maran.

Categoria Longametragem Documentário: 'Nuclear Savage: The Islands of Secret Project 4.1' (Selvagem Nuclear: As ilhas do Projeto Secreto 4.1). EUA, 2012, 87 min, Direção Jonas Adam Horowitz.

Categoria Curtametragem Documentário: 'High Power' (Alta Voltagem). Índia, 2013, 27 min, Direção Pradeep Indulkar.

Categoria Filme de Animação: 'Abita'. Alemanha, 2012, 4 min, Direção Shoko Hara & Paul Brenner.

Categoria Estudantil: 'No to Nuclear Jordan' (Jordânia sem Nuclear). Jordânia, 2012, 7 min, Direção Solenne Tadros.

Além do Oscar Amarelo, o festival também conferiu menções honrosas: 'Polvere di Guerra. Uranio a Beirut' (Guerra em Pó. Urânio em Bierute), Itália, 2007, Direção Flaviano Masella, Angelo Saso e Maurizio Torrealta. 'Children of Uranium' (Crianças do Urânio), Romênia, 2009, 64 min, Direção Adina Popescu. 'Friedlich in die Katastrophe' (Silenciosamente para o Desastre), Alemanha, 2012, 120 min, Direção Marcin El. 'Nuclear Waste' (Lixo Nuclear), Ucrânia, 2012, 25 min, Direção Myroslav Slaboshpytskiy. 'Unter Kontrolle' (Sob Controle), Alemanha, 2011, 98 min, Direção Volker Sattel. 'Der Bauch von Tokio' (Estômago de Tóquio), Alemanha, 2013, 70 min, Direção Reinhild Dettmer-Finke. 'Hibakusha', EUA, 2012, 54 min, Direção Steve Nguyen & Choz Belen. 'Hiroshima Nagaski Download', México/Japão, 2010, 73 min, Direção Shinpei Takeda. 'Last Flower' (A Última Flor), Irã, 2013, 6 min, Direção Sima Baghery. “Cesium Iblodet” (Tem Césio no Meu Sangue), Brasil/Suécia, 2009, 70 min, Direção Lars Westman.

Oscar Amarelo para 'Atomic Ivan'
"Atomic Ivan" é a melhor longametragem de ficção do III Uranium Film Festival. A produção russa de 2012, dirigida por Vasily Barkhatov ganhou o Oscar Amarelo 2013, no Rio de Janeiro. A comédia romântica 'Atomic Ivan' é um filme de estreia do jovem e já famoso diretor de teatro Vasiliy Barkhatov, de Moscou, baseado no roteiro do dramaturgo Maxim Kurochkin. O filme foi rodado na Usina Nuclear Kalinin, cerca de 200 km a noroeste de Moscou, e na Usina Nuclear de Leningrado , perto de São Petersburgo. Foi a primeira vez que as agências nucleares russas abriram suas portas para os cineastas. "Atomic Ivan é uma combinação de arte visual, comédia, romace e pura ciência nuclear", diz o diretor do festival, Norbert G. Suchanek. "Amor atômico em uma usina nuclear russa. Uma bela e inteligente comédia romântica, no estilo surrealista que me faz lembrar Federico Fellini. Uma ópera de Fellini em uma verdadeira usina nuclear. Além de tudo o filme tem um importante valor científico, apresentando informações sobre energia nuclear e radioatividade. Então, não tinha outro jeito! Este filme tinha que ganhar o Oscar Amarelo do Uranium Film Festival 2013 ".

A Produtora Executiva de 'Atomic Ivan', Viktoria Gromik da Telesto Film, esteve presente na cerimônia de premiação, na Cinemateca do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. Ela contou que a escolha do filme e a premiação foram recebidas com surpresa pelos realizadores: "Ficamos impressionados. Escrevi a todos contando que ganhamos e eles ficaram muito impressionados. É um prêmio muito importante para nós. Foi realmente uma surpresa. Quando começamos a rodar o filme não nos passava pela cabeça que pudéssemos ganhar um prêmio do outro lado do mundo.”

Oscar Amarelo para Selvagem Nuclear

O documentário 'Nuclear Savage: The Islands of Secret Project 4.1' (Selvagem Nuclear: As ilhas do Projeto Secreto 4.1), do cineasta norteamericano Adam Jonas Horowitz, é uma acusação brilhante contra um crime terrível. Testes atmosféricos de bombas atômicas, utilizando as populações locais como cobaias são crimes contra a humanidade. 'Selvagem Nuclear' é um documentário imperdível para todos, não importa se você é a favor ou contra energia nuclear. O Diretor Horowitz realizou o seu primeiro filme nas Ilhas Marshall em 1986 e ficou chocado com o que encontrou nesta ex-colônia militar americana, no meio do Oceano Pacífico. Côcos radioativos, vazamento de depósitos de resíduos nucleares e favelas densamente povoadas foram o resultado direto de testes dos EUA com bombas nucleares durante a Guerra Fria que vaporizou ilhas e devastou populações inteiras.

Oscar Amarelo para 'Alta Voltagem'

Finalizado em 2013, o documentário 'High Power' (Alta Voltagem) é um importante e bem feito filme que pode vir a dar importante impulso para a discussão sobre o uso da energia nuclear na Índia e em outros países. 'Alta Voltagem' conta a história perturbadora da população local de Tarapur, onde a primeira usina nuclear da Índia foi construída na década de 1960. Pescadores e suas famílias perderam a terra, a pesca e a saúde. 'Alta Voltagem' é o primeiro filme de Pradeep Indulkar, um engenheiro indiano que trabalhou durante 12 anos para o programa nuclear da Índia.

"Além de toda a tristeza e angústia que meu filme traz, este é um momento de ouro da minha vida como cineasta", disse Pradeep Indulkar durante a cerimônia de premiação na Cinemateca do Museu de Arte Moderna. "Neste momento, eu lembro e agradeço a todos os amigos e simpatizantes que ajudaram a produzir 'Alta Voltagem'. Agradeço também a todos os povos indígenas que contribuíram até mesmo em pequenas quantias para fazer nossa viagem até aqui possível. Agradeço a todos que apoiaram este filme com um grande público. Agradeço ao Rio, agradeço ao Brasil e eu recebo este prêmio em nome de todas as pessoas afetadas pela Usina Nuclear de Tarapur e dedico este prêmio a todos os agricultores e pescadores que perderam suas terras, casas e vidas para a usina nuclear. "

A Diretora Executiva do Uranium Film Festival, Marcia Gomes de Oliveira disse: “ 'Alta Voltagem' nos ensina a ver os problemas que uma usina nuclear traz mesmo antes de seu funcionamento. O filme nos faz refletir o que pode ter acontecido aqui em Angra dos Reis com os caiçaras e índios guarani, durante a construção da primeira usina nuclear do Brasil.”

Oscar Amarelo para 'A Curiosidade Mata'

Sander Maran é um cineasta promissor da Estônia da Baltic Film and Media School. Seu curtametragem produzido em 2012 é o que podemos chamr de uma comédia educativa. 'Curiosity Kills' (A Curiosidade Mata) já recebeu o Prêmio de Público do Festival H2T da Helsínquia. Agora ele ganhou o Oscar Amarelo do III Uranium Film Festival do Rio de Janeiro, na categoria "Melhor comédia". Sinopse: Um menino de 10 anos é fascinado por experiências químicas e usa a proíbida mala química de seu pai para brincar com o seu conteúdo. Uma coisa leva a outra e o rato de estimação do garoto acaba atacando a família. A curiosidade pode matar!

O palco do Festival: Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro

"Filmes sobre radioatividade são normalmente chatos para o estudante adolescente", diz o diretor do festival, Norbert G. Suchanek. "
'A Curiosidade Mata' é diferente. É uma comédia de horror com uma mensagem clara: a radioatividade é perigosa e pode alterar o código genético dos seres vivos. E todo o material radioativo deve ser armazenado com muito cuidado. Caso contrário, as conseqüências podem ser terríveis. "

Yellow Oscar para 'Abita'

O melhor filme de animação de Uranium Film Festival do Rio de Janeiro 2013 é 'Abita', um lindo filme de animação dirigido e produzido em 2012, na Alemanha, por Shoko Hara e Paul Brenner, da Duale Hochschule Baden-Württemberg, em Ravensburg. Este curtametragem de animação aborda os sonhos das crianças de Fukushima que não podem mais brincar na rua por causa da contaminação radioativa. O Mestre em Animação e jurado do festival Leo Ribeiro explica: "Eu selecionei 'Abita' porque é um filme muito poético, sensível e muito bem feito."
 

Oscar Amarelo para 'Jordânia sem Nuclear'

O melhor filme na categoria estudantil foi 'No to Nuclear Jordan' (Jordânia sem Nuclear) da Diretora Solenne Tadros, 16 anos, da Academia Internacional de Amã. Produções de estudantes secundaristas sobre as questões nucleares ainda são muito raras, especialmente no Oriente Médio. O Oscar Amarelo 2013 foi dado à Sollene Tadros para estimular os estudantes em todo o mundo a seguirem o seu exemplo e começarem a refletir sobre os efeitos da energia nuclear e da radioatividade na sociedade em que vivemos. Além disso, o júri do festival espera que ' Jordânia sem Nuclear' estimule a discussão pública sobre energia nuclear na Jordânia, onde a construção de usinas nucleares e de mineração de urânio estão planejadas.

 

Sobre o Oscar Amarelo

Amarelo é a cor de urânio e, portanto, um símbolo da indústria nuclear e da radioatividade. Oscar Amarelo, o troféu do Uranium Film Festival é uma "obra de arte" feita pelo artista contemporâneo Getúlio Damado, de Santa Teresa. A arte de Getúlio Damado, feita a partir do lixo consumido pela sociedade carioca, faz parte de várias exposições, não só no Rio de Janeiro, mas também em São Paulo e outros centros culturais do Brasil. Atualmente, sua obra faz parte do "Projeto na Periferia" exposição no Pavilhão das Culturas Brasileira, do famoso Parque Ibirapuera de São Paulo. Getúlio Damado vive e trabalha no Rio de Janeiro, no artístico bairro de Santa Teresa, onde o Uranium Film Festival tem a sua sede e onde tudo começou em 2011.

Sobre o Uranium Film Festival

Arte e Conscientização: o Uranium Film Festival foi fundado em 2011, em Santa Teresa, famoso bairro artítico, no coração do Rio de Janeiro. O objetivo do festival é informar o público, a partir de uma posição neutra, sobre o poder nuclear, minas de urânio, armas nucleares e efeitos da radioatividade na saúde e no meio ambiente. O horror das bombas atômicas e aqueles que sofreram com elas e com acidentes nucleares, como Chernobyl ou Fukushima, nunca deve ser esquecido e nem repetido. A correlação entre a energia nuclear e as armas deve ser discutida abertamente. Procuramos informar e estimular o público sobre estas questões. O meio de comunicação eficaz e dinâmico do audiovisual é uma ferramenta importante para trazer essas informações para o público em geral.

Desde a sua criação, o Uranium Film Festival aumentou a consciência pública sobre as novas produções de documentários independentes e filmes que abordam a cadeia do combustível nuclear e as questões sobre radioatividade. O mundo nuclear produziu mais de 200.000 toneladas de resíduos radioativos de alto nível durante os últimos 60 anos. Estes resíduos continuarão a ser perigosos por cerca de 100 mil anos - ainda não existem soluções viáveis para o seu armazenamento 100% seguro e a sua eliminação permanente. É nossa responsabilidade informar à sociedade e às futuras gerações sobre os perigos da radioatividade. Acreditamos que a educação pública e a discussão aberta desses perigos proporcionará um futuro mais saudável e mais pacífico. Cinema e Uranium Film Festival são ferramentas para informar as futuras gerações - e promover um futuro sustentável, seguro, sem riscos nucleares.

Depois de estrear no Rio de Janeiro, o Festival tem convites para acontecer em outras grandes cidades do Brasil e outros países. Nos últimos anos, o festival esteve em São Paulo, Recife, Salvador, Fortaleza e João Pessoa. Em Portugal, em Lisboa e Porto. Na Alemanha, em Berlim. E na Índia percorreu 10 importantes cidades, incluindo Nova Deli, Hyderabad e Mumbai.

O organizador oficial do Uranium Film Festival é a entidade sem fins lucrativos (OSCIP) Arquivo Amarelo. A Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch, pertencente à Fundação de Apoio À Escola Técnica FAETEC, é o principal apoio institucional do festival. Os parceiros e apoiadores do Uranium Film Festival 2013 são: Funadação Heinrich Boell Brasil, Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, o Bar do Mineiro e Armazém São Thiago, em Santa Teresa, e a tradicional Cachaça Magnífica do Rio de Janeiro.

Contato


Marcia Gomes de Oliveira
Diretora Executiva Uranium Film Festival
marcia.gomes@uraniumfilmfestival.org

 

Uranium Film Festival
Rua Monte Alegre 356 / 301
Santa Teresa
Rio de Janeiro / RJ
CEP 20.240-194
Brasil
0055-21-2507 6704


 



Comentários

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zop 26/06/2017, às 05:44

Court documents are difficult to rolex replica watches serve, is the impact of replica rolex court court trial speed one of the rolex replicareasons. Qingxiu District Court and the area within the financial institutions to communicate with the meeting.

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6wPViIOhr 28/01/2014, às 01:23

My vote is also with the German phase-out. Uranium mining in WA is an ontortupipy that they may choose to pursue or not. Power production shortfalls in Germany will hit the whole economy, and impact the rest of Europe by the hobbling of one its key industrial members. One of the keys which Ruth brings out also is the destruction of invested infrastructure. In a way all wealth is the result of infrastructure (otherwise we would all be hunter-gatherers still). The more value that can be extracted from each infrastructure investment, the more wealth is available for future investment and development and to support our advanced lifestyles (eg. internet!).I think there are some hopeful signs that the folly of this German policy is going to become sufficiently apparent that it is reversed, although the timing is getting tight, and the closure of the Bulgarian reactors recently shows that the tide is not turned yet. http://nckngyualj.com [url=http://solindeqw.com]solindeqw[/url] [link=http://imbsxt.com]imbsxt[/link]

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opG13Ht77p 10/01/2014, às 06:12

My vote goes towards the German phase-out. WA\'s ban, if it were to soheomw stay intact for multiple decades could actually pave the way towards the US moving to fuel recycling and possibly even towards incorporating a thorium cycle into the mix. If WA suffers ecnomically, tough for them.The German phase-out will hammer that country\'s industrial economy. The current generation of solar and wind power is, as we all know, too inconsistent to provide more than an occasional cushion to the grid. A Germany that must de-industrialize to some extent is a poorer and eventually more radical Germany, as the money that fuels their Welfare State dries up and people look for scapegoats and possibly turn towards even more idiotic policies than what the Greens have stuck them with.A weaker, poorer Germany is, in my opinion, nothing but bad news for Europe and the world at large.

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GSh8dRcQ 09/01/2014, às 06:13

I believe that the German neuaclr phaseout is the more harmful policy. The German neuaclr phaseout not only is destructive to the European Commission\'s goal of carbon emissions reductions, it also is destructive to investment climate. In fact, I believe that one of the main reasons the neuaclr phaseout was put in place was to effectively \"discriminate\" against neuaclr energy by making the lifetime of investment return on a neuaclr power plant less than its realistic engineering lifetime. Utilities in Germany have invested billions of dollars in their neuaclr power plants. The first few years of plant life are time in which the utility pays back the \"mortgage,\" whereas the later years of plant life are the time in which the utility earns a profit, minus operating expenses, payroll, taxes, fees, and fuel. The \"phaseout\" policy cuts the life of the plant off before its engineering life expires. In other words, profitable years of service are cut out. The effect is similar to being force


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