Colunistas

10/10/2014

Jornalista Ozias Alves Jr lança livro na França, desta vez sobre a Língua, a História e a Cultura dos índios Xokleng

O editor proprietário dos jornais Biguaçu, São José e Palhoça em Foco, acaba de lançar seu quarto livro pela editora L´Harmattan, com sede em Paris, França.

Seu novo livro é intitulado “Parlons Xokleng/ Laklãnõ” (Falemos Xokleng/Laklãnõ),  um estudo sobre a história e o idioma dos índios do mesmo nome, que vivem no interior de Santa Catarina. 

Aqui uma entrevista com o autor, que relata detalhes de sua nova obra. Confiram.

 

 

 

JBFOCO- Conta-nos um pouco de seu novo livro.

 

OZIAS- É meu quarto livro para a coleção “Parlons”, uma série de obras sobre idiomas do mundo. Esta coleção é dirigida por um engenheiro aposentado e apaixonado por idiomas chamado Michel Malherbe, autor da primeira obra dessa série, o “Parlons Hongrois” (Falemos Húngaro), lançado em 1986, se não estiver enganado.

Hoje, 28 anos depois, já foram lançados por volta de 200 títulos, cada um a respeito de determinado idioma do planeta.

Todos esses livros têm uma estrutura em comum. A primeira parte é dedicada à história do povo falante da língua. A segunda trata-se da descrição gramatical do idioma. Segue-se um capítulo de conversação, que são as lições iniciais do idioma. Já a quarta parte é a cultura do povo. São informações como literatura, música, folclore, artes etc. E finalmente, a quinta parte é a dos léxicos francês- idioma abordado e vice-versa.

Em 2010, eu escrevi o volume sobre Nheengatu, o tupi moderno e, em 2013, concluí os livros sobre o dialeto alemão Hunsrückisch e o dialeto italiano Talian. Agora terminei mais outro projeto: um estudo sobre a instigante história dos índios xokleng e sua língua exótica.

Entre tantos “Parlons” dedicados a idiomas africanos e asiáticos, contribuí com os volumes dedicados aos idiomas minoritários brasileiros.

 

JBFOCO- Quem são os índios xokleng?

 

OZIAS- Eles são os famosos “bugres”, aqueles índios que os colonos alemães, italianos e poloneses tanto temiam nos primórdios da colonização de Santa Catarina.

Ao longo do século XIX e início do XX, os colonos, assentados na outrora floresta do interior do estado, passaram a ser alvos dos índios “bugres”, que os atacavam na surdina e foram responsáveis por vários massacres.

A situação chegou a tal ponto de violência e selvageria que foi criada uma força especial para justamente combater os bugres. Eram os “bugreiros”.

Estes foram responsáveis pelo maior genocídio em terras de Santa Catarina e sua história divide opiniões. Para uns, eles são heróis, mas para os índios e parte da opinião pública do início do século XX, não passam de cruéis assassinos genocidas. 

 

JBFOCO- Que massacre foi esse?

 

OZIAS- Para entender isso, vamos mergulhar um pouco na história. Os xokleng eram os índios nômades da floresta que outrora cobria o interior de Santa Catarina, principalmente no interior do vale do rio Itajaí.

Viviam da caça e coleta de frutos, raízes e qualquer coisa que servisse de alimento. Não praticavam a agricultura, nem pescavam, como seus antigos vizinhos, os índios guarani, conhecidos como “carijós”, caçados pelos traficantes de escravos conhecidos pela historiografia como “bandeirantes”.

Em 1829, chegaram os primeiros colonizadores alemães, que fundaram São Pedro de Alcântara. Os italianos chegaram a partir de 1875; os poloneses a partir de 1869.

Ou seja, a floresta onde os índios xokleng viviam passou a ser invadida pelos colonos trazidos da Europa.

E assim o fermento do conflito formou-se. Os forasteiros, os estranhos do ponto de vista dos índios, passaram a derrubar a mata e a matar a caça da qual os índios tiravam sua sobrevivência.

Ora, os índios passaram a atacar e matar os colonos. O pânico instalou-se. O governo do estado de Santa Catarina criou uma tropa para combater os índios, mas o resultado foi pífio. Foi então que surgiram os caçadores bugreiros, entre os quais, o mais famoso entre eles, o Martinho Bugreiro (1876-1936).

E assim começou uma história sangrenta, uma tragédia em todos os aspectos.  

 

JBFOCO- Como foi a tragédia?

 

OZIAS- Sim, os índios bugres passaram a ser caçados literalmente. Os bugreiros camuflavam-se na mata à espreita para atacá-los.

Os ataques ocorriam geralmente de manhã, por volta das 5h30, ao nascer do dia, quando os índios dormiam.

Os bugreiros esperavam escondidos na mata desde a madrugada e aproximavam-se das vítimas sorrateiramente justamente na hora do nascer do dia, quando o sono é mais profundo. Nesse ataque, eles decapitavam os índios com seus facões, quando não os matavam a tiros.

Não poupavam quem quer que seja. Matavam todos que estivessem na frente, inclusive idosos, mulheres e crianças. No final, aprisionavam sobreviventes, principalmente mulheres e criancinhas.

Estas eram levadas para a cidade mais próxima, muitas vezes a Blumenau. Lá costumavam tirar fotos com suas vítimas. Aliás, olhe a capa do livro. Escolhi uma foto que resume todo o drama e o conteúdo do livro. Veja bem. Esta foto foi tirada em 1905, em Blumenau. Mostra o famoso Martinho Bugreiro e seu bando com mulheres e crianças xokleng aprisionadas.

Os bugreiros costumavam tirar essas fotos, ou melhor, faziam questão de posar para documentar o resultado da expedição. Era motivo de orgulho posar ao lado da “caça”. A foto era a prova complementar de que fizeram o serviço: o de matar bugres. As crianças e mulheres prisioneiras, junto com o cesto das orelhas, eram a prova do serviço.

 

JBFOCO- Cesta de orelhas?

 

OZIAS- Sim, os bugreiros eram pagos por par de orelhas. Como todos temos duas orelhas, duas orelhas no cesto significavam um índio morto, não é verdade?

Os bugreiros eram pagos por cada par de orelhas que traziam no citado macabro cesto. No século XIX, era o próprio governo da então província de Santa Catarina que pagava esses caçadores. Já no século XX, os bugreiros eram pagos pelos cidadãos, principalmente donos de terras que queriam ter a certeza de que não havia índios lá.

 

JBFOCO- Quando é que isso acabou?

 

OZIAS- Boa pergunta. No início do século XX, com as constantes notícias dos massacres dos bugreiros, a opinião pública dividiu-se.

Fazendo um resumo bem “resumido”, até porque o livro “Parlons Xokleng” tem 250 páginas, onde conto detalhadamente essa história repleta de todos os elementos para um bom filme digno de Hollywood, a pressão para proteger os índios chegou a tal patamar que em 1910 foi criado o SPI (Serviço de Proteção aos Índios).

Sim, antes não existia uma política oficial de estado para proteger os índios. O episódio dos bugreiros impulsionou a criação desse órgão.

Para salvar os bugres (xokleng) dos bugreiros, o SPI enviou uma expedição à região dos rios Platte e Hercílio, no atual município de José Boiteux, interior do vale do Itajaí. Era setembro de 2014 quando um jovem funcionário do SPI chamado Eduardo de Lima e Silva Hoerhann (1896-1976) conseguiu contatar um dos grupos dos xokleng e os pacificou, ou seja, os convenceu a viver protegidos numa reserva instalada na própria região onde os fatos ocorreram. Os detalhes desse contato, com lances de heroísmo, constam no livro e se eu relatar detalhe a detalhe vamos ficar algumas horas aqui (risos!!!)

A pacificação dos índios e o surgimento da reserva foram o que salvaram os xokleng da aniquilação talvez completa.

 

JBFOCO- Seu livro chama-se “Parlons Xokleng/ Laklãnõ”. O que significa “Laklãnõ”.

 

OZIAS- “Laklãnõ” é o nome pelo qual os índios xokleng se chamam. “Xokleng” é o nome que os antropólogos deram a eles, mas que os índios não são adeptos. “Laklãnõ” é a corruptela do nome do grupo pacificado por Hoerhann. Significa “povo ligeiro” ou “povo que conhece os caminhos”.

 

JBFOCO- Em seu livro há uma gramática do xokleng?

 

OZIAS- Sim, são os capítulos dois e três. No capítulo dois, apresento uma descrição gramatical dessa língua. Para ser mais exato, até o presente momento, não existe uma gramática desse idioma. Para escrever o capítulo, analisei uma dissertação de mestrado de um professor indígena chamado Nanblá Gakran, o qual conheci pela internet e o entrevistei pessoalmente na reserva de José Boiteux. Li atentamente as centenas de frases e desse exercício, fui extraindo a gramática.

Atualmente Nanblá está concluindo seu doutorado- também em idioma xokleng- pela Universidade de Brasília, onde funciona um ativo setor dedicado ao estudo de línguas indígenas brasileiras.

Eu gostaria de agradecer publicamente o professor Nanblá por ter ajudado-me com informações preciosas sem as quais não teria tido condições de redigir os capítulos 3, da conversação e o 5, o dos léxicos.

Vale lembrar que Nanblá é o mais fluente falante de xokleng, idioma este que a maioria dos índios da mesma etnia residentes na reserva de José Boiteux não mais fala. Dos 2.411 índios, apenas 536 ainda conhecem o idioma.

O xokleng é o reflexo do Brasil. Se você se interessar em aprender essa língua e for a uma livraria para adquirir algum manual de auto-aprendizagem, dicionário ou gramática do idioma genuinamente catarinense (os xokleng são os índios 100% de Santa Catarina), simplesmente não vai encontrar uma brochura sequer.

Lembro-me de uma citação do famoso Che Guevara (1928-1967), que na juventude, na década de 1950, percorreu a América Latina, aventura esta que virou um filme. Ele disse que na América Latina sabia-se mais sobre os gregos do que sobre os índios nativos da terra. É a mais pura verdade.

Se o xokleng fosse falado na França, certamente há muito tempo já haveria um manual- certamente com fitas cassetes ou CDs- para se aprender o idioma no conforto de casa, dicionário, gramática, sem falar de livros com relatos detalhados sobre a religião, os mitos, a história do ponto de vista dos índios.

A França possui suas línguas minoritárias como o provençal, o bretão, o alsaciano, o corso, o gascão, entre outras, e há farto e diversificado material de auto-aprendizagem nas livrarias de lá. Mas no Brasil manuais de idiomas minoritários brasileiros simplesmente não existem, com honrosas e raríssimas exceções.

Por isso, o Parlons Xokleng é o primeiro livro com uma gramática, um curso inicial de aprendizado do idioma e o primeiro dicionário do dito idioma.

Quando estiver pronta sua tese de doutorado em 2015, o já citado professor indígena Nanblá irá apresentar o primeiro dicionário mais completo do idioma, se o material chegar a ser publicado em forma de livro. Se não for, vai ser mais outro estudo acadêmico a decorar as prateleiras de bibliotecas universitárias.

 

JBFOCO- Neste livro, descobriu um descendente de Eduardo Hoerhann?

 

OZIAS- Sim, durante a pesquisa para este livro, vim a conhecer um jovem chamado Rafael Casanova Hoerhann, o bisneto do já citado pacificador dos xokleng, Eduardo Hoerhann. A história de Rafael resume muito bem o drama da falta de memória no Brasil.

Era 2001. O citado Rafael encontrava-se com 24 anos de idade na época e havia formado-se recentemente na faculdade de história da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Um tio avô dele, um professor universitário, mudou-se para Brasília, mas antes havia alugado sua casa no bairro Praia Comprida, em São José, para uns estudantes. Esse tio avô telefonou a Rafael pedindo para que ele fosse lá verificar como estavam as coisas.

Quando Rafael lá chegou, os inquilinos estavam fazendo um churrasquinho e, para acender a fogueira, usavam papéis velhos, em péssimo estado de conservação, encontrados num certo canto obscuro da casa. Pensando tratar-se de lixo, usaram o material para alimentar as chamas da churrasqueira.

Foi aquela famosa situação de estar no lugar certo e na hora certa. Rafael viu aqueles papéis e, curioso, pegou alguns deles para ler. Constatou que se tratava do antigo arquivo de seu bisavô Eduardo.  

Eram cartas, relatórios, memorandos, notas, recibos, enfim, papéis que contavam a história da Terra Indígena dos índios xokleng. Esses papéis encontravam-se na casa de Eduardo dentro da reserva indígena citada. Afinal de contas, eles foi o administrador da reserva entre 1914 a 1954, ou seja, por exatos 40 anos. E essa casa citada passou por duas enchentes. Ou seja, os papéis que se encontravam na casa do tio de Rafael foram o material que sobraram de duas enchentes até serem transferidos para São José, onde foram depositados num canto até que, em estado realmente péssimo, foram salvos por Rafael.

Tem aquela frase “unindo o útil ao agradável”? Pois bem! Rafael na época pensava continuar os estudos fazendo o mestrado, mas não tinha ainda um tema de pesquisa. Eis que apareceram aqueles papéis inéditos e de valor histórico inestimado.

E nos anos seguintes, ele fez o mestrado e o doutorado em história pela UFSC com base no mar de informações inéditas daqueles papéis salvos pelo próprio pesquisador.

E para completar o “unindo o útil ao agradável”, Rafael resgatou a história de seu ancestral, sobre o qual não tinha muita informação.

Em resumo: a nação xokleng deve muito à família Hoerhann. A Eduardo Hoerhann devem a paz e a salvação das garras dos bugreiros; a Rafael devem a salvação de boa parte da memória da tribo.

 

JBFOCO- Já está planejando novos Parlons?

 

OZIAS- Sim, estou escrevendo o “Parlons Uchinaaguchi/ Okinawa-gô”. Uchinaaguchi é o nome de uma singular língua falada num arquipélado japonês chamado Okinawa, que os nativos chamam de “Uchinaa”. Uchinaaguchi significa “Língua de Uchinaa”. Já em japonês, essa língua é chamada de “Okinawa-Gô”. “Gô” significa língua. Portanto, língua de Okinawa.

Trata-se de um idioma completamente diferente do japonês. Se fosse fazer uma comparação, é a diferença entre o português e o russo.

Até 1879, Okinawa (ou Uchinaa) era um reino independente até que foi anexado ao Japão.

A língua nativa Uchinaaguchi entrou em fase de extinção em Okinawa, mas em São Paulo, aqui no Brasil, ela sobrevive e encontra-se em fase de resgate.

Recentemente estive em São Paulo realizando a pesquisa. Entrevistei inúmeros falantes do idioma e o resultado será o próximo volume, o “Parlons Uchinaaguchi”.

 

JBFOCO- Seus livros são em francês. Pretende publicar em português?

 

OZIAS- Recebi a autorização do meu editor, o sr. Michel Malherbe, para publicá-los em português, mas só vou traduzi-los se tiver certeza de que alguma editora estiver interessada. Do contrário, nem perderei meu escasso tempo. Não vou traduzir e depois ver o trabalho mofando em gavetas por falta de editoras até porque a dinâmica aqui no Brasil é diferente da França: lá as editoras bancam o livro do autor e aqui é o autor que tem de pagar para ser publicado. Pode uma coisa dessas? A situação é como se alguém que trabalhasse numa empresa, ao final do mês, ao invés de receber salário, tivesse de pagar para trabalhar.

Essa é a situação exata do mercado editorial brasileiro. A esmagadora maioria das editoras não financia os autores porque não tem certeza se os livros conseguirão ser vendidos.

Acho até uma piada a propaganda governamental afirmar que a educação melhorou no Brasil e que noventa e poucos por cento das crianças encontram-se matriculadas nas escolas. Pode até ser que a criançada, em sua esmagadora maioria, encontra-se na escola, mas em que tipo de escola?

Na realidade, é tudo ilusão vendida por marqueteiros. A educação no Brasil encontra-se literalmente na UTI e isso reflete na precária circulação de livros no nosso país, sem falar da miríade de conseqüências desagradáveis que, se descritas uma a uma, dariam uma enciclopédia.

Não tem jeito: quando uma educação pública é boa, de qualidade, que consegue formar cidadãos que saibam ler e compreender textos com desenvoltura, a conseqüência reflete no aumento de circulação de livros. Se há bom e crescente número de leitores, com sólida formação básica escolar, as conseqüências são óbvias: surgem mais editoras, mais livros e autores são remunerados, sendo que alguns até podem dedicar-se em tempo integral a esse “métier”.

Como escreveu certa vez Monteiro Lobato (1882-1948), “um país se faz com homens e livros”. O problema é que o país nunca fez seu dever de casa com relação à qualidade da educação pública e a França tem educação pública de qualidade em tempo integral desde a reforma implantada pelo ministro Jules Ferry (1832- 1893) na década de 1880.

Em resumo: a França tem educação em horário integral, ou seja, das 7h às 17h, desde a década de 1880 e só agora, em 2014, no Brasil, é que se está discutindo a necessidade de se implantar a educação integral.

No 1º turno da eleição  presidencial deste ano, a então candidata Marina Silva disse e repetiu várias vezes que, se eleita fosse, iria implantar educação integral nas escolas do Brasil.

Maravilha, nada contra. Muito pelo contrário. Que bom o assunto estar na ordem do dia de uma eleição presidencial. Mas cá entre nós: a França já implantou a educação integral 130 e poucos anos atrás e agora é que o Brasil está discutindo implantar isso? Pode uma coisa dessas?!!!

Bom! Para encerrar nossa conversa, eu diria o seguinte. Se eu dependesse do português para me tornar um escritor, ou seja, aquele que escreve, é publicado e é remunerado por isso, estaria a ver navios.

Mas graças ao Santíssimo, tive a oportunidade de cursar a Aliança Francesa de Florianópolis e de ter aprendido francês. E por causa dessa língua e do fato de que na França publicam-se muitos livros porque o mercado editorial daquele país é impulsionado por um povo muito bem instruído e isso reflete na grande quantidades de livros que lá se lança diariamente, eu, um simples jornalista de uma cidade simples chamada Biguaçu, periferia da capital Florianópolis, estou tendo a oportunidade de produzir o que, modéstia à parte, sei fazer: cultura. Não sei se boa ou ruim, relevante ou irrelevante, não sei, mas é cultura.

Poderia produzir bem mais, porém não é fácil escrever numa língua estrangeira. Vale lembrar que até o presente momento, nunca fui à França. Não é fácil escrever tendo que, volta e meia, interromper o raciocínio para consultar o dicionário e o livro de conjugação de verbos. Se escrevesse em português, minha produção seria bem mais rápida, mas infelizmente português virou língua de mané: só dá para falar porque não serve para publicação de livros já que mané não lê e o povo brasileiro, vítima do já citado centenário descaso com a educação pública no país, infelizmente tornou-se uma multidão de manés, talvez a maior concentração de manezada no mundo num só país (risos!!!)

Pode até ser um baita de exagero meu, mas não está tão longe assim da verdade. É rir para não chorar (risos!!!)

 

 

...

 

 

PARLONS XOKLENG: ONDE ADQUIRI-LO?

 

Conheça a capa e contracapa do Livro >>>

O livro “Parlons Xokleng” é adquirido pelo site oficial da editora L´Harmattan.

Acesse www.harmattan.fr, clique em “Les Éditions” e digite o nome do livro.

O endereço direto é:

 

http://www.editions-harmattan.fr/index.asp?navig=catalogue&obj=livre&no=44656

 

Com 250 páginas, o livro Parlons Xokleng está sendo comercializado ao preço promocional de 23,75 euros.

 

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Ozias Deodato Alves Jr
Jornal Biguaçu em Foco
Rua Leopoldo Freiberger, 21. Centro. Biguaçu (SC-BR). CEP 88.160-000
E-mail: ozias@jbfoco.com.br. 
Site: www.jbfoco.com.br.



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