Colunistas

06/06/2020

Donald Trump, meu advogado - por Ivar Hartmann*

O leitor, acostumado aos usos e costumes dos políticos brasileiros, é sempre um desconfiado. Com razão.

Vejam o vírus chinês: na China, terra onde se criou, ou criaram, e primeiro propagou, foram menos de 5.000 mortos. Com o passar das semanas já se sabia a origem da pandemia e alguns cuidados básicos e fundamentais: máscaras, lavar as mãos, confinamento via quarentena adotados por todos os países em menor ou maior grau. Hospitais aparelhados especificamente para atender os pacientes com o vírus.

Testes rápidos para detectar a doença. E alguns medicamentos destinados a outras doenças, mas que auxiliam no combate. Ações fundamentais e que não estavam ao alcance dos chineses ao início, quando, teoricamente, ninguém sabia como atacá-lo. Com este auxílio os Estados Unidos tem mais de cem mil mortos, a Inglaterra 40.000 e o Brasil 31.000.

Não chama a atenção a situação dos chineses? Ou, os chineses sabiam? Segundo eles foi em um mercado de venda de peixes e mariscos para alimentação da rica, culta e industrializada Wuhan, centro da China, que o vírus se criou, por mutação. O mercado, pelas fotos, existe há dezenas de anos, freqüentado pelo mesmo tipo de paladares. Nunca tinha havido o menor resfriado. Notem: apenas 5.000 chineses morreram. Lá no início, fevereiro e março.

Mudando de assunto. Todos os países têm seus contingenciamentos para o caso de guerra. Os pequenos, guerra de defesa. Os grandes também de ataque. Então o aço e o ferro viram munições, as fábricas de veículos produzem tanques e blindados. Na paz a produção é pacífica, menos nos laboratórios dos grandes ou poderosos países, onde se estuda sempre como aumentar a capacidade da pátria em caso de guerra.

É de nossa geração a notícia: o pequeno Israel produziu, escondido de todos, uma bomba atômica. Algo que nem os grandes como o Brasil ou os ricos como a Alemanha, poderiam produzir em segredo. Mas, ao lado destes, há os experimentos com gases letais ou doenças transmissíveis pelo ar. Em nome da pátria e dos inimigos externos. E? Seguirei.

*Ivar Hartmann é promotor público aposentado, colunista do diário Jornal NH, Grupo Sinos (programa AHAI na Rádio ABC 900 AM, Novo Hamburgo, RS, e colaborador do portal BrasilAlemanha e da mala direta BrasilAlemanha Neues.



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