Colunistas

31/10/2013

De servos na Pomerânia a proprietários de terra no Espírito Santo - Ivan Seibel*

29 10 13   AHAI  1004


Alô  ouvintes.

Muitos se perguntam como teria sido a vida social dos pioneiros pomeranos? Os hábitos e costumes de um povo reassentado em outra região costumam passar por um lento e gradativo processo de aculturação na medida em que estiver exposto a uma maior ou menor influência de outros grupos populacionais. Isto certamente deve também ter ocorrido com os pomeranos que chegaram no Brasil. Conheceram novos alimentos. Familiarizaram-se com novos tipos de ferramentas e conheceram lugares e pessoas de nomes diferentes.

Hoje, mesmo os habitantes mais antigos muito pouco informam sobre a forma como os seus antepassados aqui chegaram ou mesmo sobre os primeiros anos da história da vida destas pessoas nas novas paragens. Em geral parecem ter informações muito pouco precisas sobre esta época. Pelos relatos, a primeira geração nascida no Brasil ainda tinha uma noção das dificuldades vividas na Europa pelos seus pais. Por outro lado, a partir da segunda geração estas informações passaram a ser cada vez mais limitadas.

No seu país de origem alguns tinham sido trabalhadores diaristas das plantações de batatas ou de trigo, camareiros, tratadores de animais, porém sempre ligadas ao campo. A maioria, entretanto, era originária das grandes propriedades rurais da Pomerânea. Tinham sido servos dedicados ao seu senhor e aqui logo se viram transformados em agricultores proprietários de suas próprias terras.

Por hoje seria isto.

Seu  Ivan Seibel

*Ivan Seibel, natural do Espírito Santo, é médico em Venâncio Aires, RS, escritor (“Imigrantes a duras penas”, entre outros), comentarista do programa radiofônico semanal AHAI e colunista www.brasilalemanha.com.br .

 

 

 

 



Comentários

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PJpXAXIM9Yz 26/01/2014, às 06:25

This article is ok, but has llttie to do with business. Recently our shop decided to make some changes in the accounts we handled, and when handing over a vew accounts where it was described as my fellowsalesman being the farmer, and I being the hunter I can tell you one thing. From the perspecive of the customer, they were losing out! I may be the person who is asked to take the risk , but beleive me, the customer felt like I was the one cultivating thier intrests and ndeeds. My objective was not to kill any one or anything . My desire with any business I represent is this. Know your product. Know the system, know what you can get done, and what the business will not support you on. If they will not support it, you never promise it. Then listen to what your customer is looking for! You may have a wonderful solution, but if the customer has other needs, his intrest is low until his concerns with higher priorities are met. If you do not meet those, you will no longer be at the table when his need you have a

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fwvSp636v0Y 09/01/2014, às 16:32

Que estupendo que por fin apetcen llevar a la pantalla este libro que es genail, si me lo preguntan lo e leido como 5 veces por que no se trata del mismo cliche de los extraterrestres esto es otra cosa mas romantico, triste tiene accif3n bueno espero que salga muy pronto para alcanzar a verla. Que wuay.

deslogado
yuwCUu4ONWcn 08/01/2014, às 10:31

Dr. Seibel, where were you when I was struggling with a mnaepouse that resulted in colon cancer? Insomnia, night time eating, weight gain, some success with Weight Watchers but defeated by intense hunger, lack of sleep, rising cholesterol, muscle pain, foot pain (inhibiting exercise), vitamin D deficiency (who would put on a bathing suit for sun and vitamin D after all the weight gain?) and general misery before Menopause I was NEVER sick, fat or in pain! Sadly, my internist read the latest research on estrogen and stopped prescribing it for any of her patients. I often wonder if she took HRT


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