Colunistas

22/10/2013

Cônsul-geral alemão destaca potencial do Vale do Itajaí

Dr. Stefan Traumann ressaltou que se sente lisonjeado com a preservação cultural dos imigrantes alemães, mas que o maior papel da Temporada da Alemanha no Brasil é mostrar o que há de novo na Alemanha e atrair as gerações mais jovens.

LUMENAU (SC) – Em passagem pela primeira vez por Santa Catarina, Stefan Traumann, cônsul da Alemanha nos estados do RS e SC, conheceuum pouco do que os moradores do Vale do Itajaí fazem em prol do intercâmbio de informações entre Brasil e Alemanha. Além de visitar a Oktoberfest, Traumann foi recebido em um histórico prédio que abriga tanto o Consulado Alemão em Blumenau quanto a Câmara Brasil-Alemanha de Santa Catarina. Traumann conversou com autoridades locais e empresários e pôde ainda visitar empresas que unem as potencialidades dos países que, em 2014, unem-se para marcar o Ano Alemanha + Brasil.

Fotos Divulgação

Cônsul-geral no RS e SC assumiu seu posto em julho de 2013

Segundo o cônsul-geral, um grande destaque para essa região é que as pessoas são dedicadas, trabalham com ética e conseguem corresponder e até superar as expectativas de empresas multinacionais que se instalam em solo catarinense. “Há um forte magnetismo de investidores em apostar nessa região do Brasil. Eu sempre reforço que todas as multinacionais deveriam olhar além dos grandes centros. Por aqui, o investimento é a longo prazo, mas a qualidade do trabalho é impressionante. Isso sem falar na beleza das cidades, na arquitetura e na natureza. Falando especificamente de Blumenau. Essa cidade não é apenas a terra da Oktoberfest, é também a terra de grandes empresas como a T-Systems, que encontrou aqui capacidade competitiva”, reforçou o cônsul-geral.



Cônsul-geral Dr. Stefan Traumann, sua esposa Danila, Otfried Schnabel (gerente regional da Câmara Brasil-Alemanha SC) e Anegrid Dressler (funcionária do Consulado Honorário de Blumenau)


Quando questionado sobre o Ano Alemanha + Brasil, Traumann destacou a importância de focar em ações conjuntamente, não apenas no aspecto econômico, mas em vários aspectos. Destacou que se sente lisonjeado com a preservação cultural dos imigrantes alemães, mas que o maior papel do Ano é mostrar o que há de novo na Alemanha atual e atrair as gerações mais jovens. “Temos que investir na educação dos jovens que não cresceram com tamanho contato com o cultural alemão a exemplo dos pais ou avós. Minha meta pessoal é aumentar o interesse desses jovens pela língua, história e cultura germânicas. Nenhum dinheiro em educação é gasto, mas sim, investido. Isso é pensar no futuro, caso contrário, estaremos perdidos. Temos que facilitar o acesso à informação, investindo em capital humano” reforçou o cônsul.

 

Sobre a AHK Santa Catarina

As Câmaras de Comércio e Indústria Alemãs são associações de empresas e funcionam como representantes oficiais dos interesses comerciais, industriais e de investimentos fora da Alemanha nos países em que estão situadas, no caso da Câmara Brasil-Alemanha, ela representa os interesses da Alemanha no Brasil. Também conhecida como plataforma de negócios, busca fomentar de maneira bilateral o intercâmbio de tecnologia ou técnico e científico entre Brasil e Alemanha, aumentando assim o bem-estar da população dos países parceiros. A sede regional da Câmara Brasil-Alemanha em Santa Catarina foi criada em 2007 em Blumenau e atende as cidades de todo o Estado. Hoje são mais de 80 associados catarinenses.

 

 

Fonte: Oficina das palavras:

Luciana da Cunha – jornalismo3@grupoodp.com.br – (47) 3322-0545 / (47) 9994-1534

 

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Comentários

deslogado
cBsdoWfRgHMv 11/01/2014, às 06:21

Holy coicnse data batman. Lol!

deslogado
9Q9rMDFu3 09/01/2014, às 23:05

Una considerazione molto dievnterte, tuttavia la questione pone un problema etico molto importante a mio avviso. Giustamente dici che la notizia non e8 pif9 importante, importante e8 il contesto, perf2 la notizia rimane fondamentale, perche9 senza di essa e8 inutile analizzare il quadro generale. In fisica, ma anche in chimica, per osservare una reazione bisogna creare un innesco (termine oggi molto gradito anche agli amanti del marketing online e del passaparola), ebbene, nel mestiere del giornalista quell\'innesco e8 la notizia. Un paio di anni fa, Rosaria Capacchione, una giornalista che non la manda a raccontare, raccontf2 un episodio simile a quello qui citato: era stata sulla scena di un crimine con un certo numero di morti, mi pare 4, ma l\'Ansa batte9 che i morti erano in numero differente (mi sembra di ricordare tre). Il risultato fu che la giornalista dovette faticare per convinvere il suo direttore a pubblicare la notizia corretta (lei aveva visto i morti ed era l\'unica giornalista present


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