Colunistas

08/02/2013

6º Simpósio Brasil-Alemanha: Comunidades e Diversidade Indígena

A diversidade e o vigor da população indígena no Brasil está revertendo uma tendência que apontava para uma extinção, no século passado. Censo do IBGE aponta crescimento de 295 mil indígenas em 1991 para 869,9 mil em 2012.
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A grande riqueza cultural indígena, tem na Amazônia um ápice evolutivo, sendo valorizado devido seu significado mitológico, que evidenciam a existência de manifestações pré-históricas, desconhecidas até pouco tempo e que são representativas de um mundo estético de marcada originalidade e precursora de uma linguagem amazônica.

A diversidade e o vigor da população indígena no Brasil, está revertendo uma tendência que apontava para uma extinção no século passado, onde na década de 80 a população que era menor que 100.000, chegou a 295.000 em   1991 e no censo publicado em 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esta população alcançou 869.9 mil indígenas, uma alta fecundidade e um salto populacional devido a integração afirmativa que se observa nas aldeias e nos jovens indígenas brasileiros.

As Etnias ganham na região do Tapajós um destaque pelo resurgimento de antigas nações e tribos ditas como extintas em meados do século XVII, apresentando sua cultura de forma original e de grande relação com a natureza. É o caso dos Tapajó, Tupinambás, Arapiuns, Jaraqui, Cumaruara, Mundurucus, Wai Wai, Cara Preta, Boraris e outras que aliados aos índios do Xingu, marcam cada vez mais a intima relação destes com a terra e com os rios, havendo a demanda de políticas que garantam as suas principais fontes de sobrevivência, de sua cultura e identidade.

Neste propósito, os congressistas do VI simpósio Brasil-Alemanha de Desenvolvimento Sustentável, terão a satisfação de estar numa cidade  construída em um sítio arqueológico de uma das mais enigmáticas tribos da Amazônia, os Tapajós, com a possibilidade de visitarem e projetarem novos programas de cooperação para as áreas remanescente, aliando o conhecimento científico com a sabedoria milenar local.

Bem vindos a Aldeia Santarena e ao Campus Tapajós  da Ufopa,  sítio arqueológico construído na Vera Paz visando a integração dos mundos e da amazônia. Aqui somos todos Parentes.



A grande riqueza cultural indígena, tem na Amazônia um ápice evolutivo, sendo valorizado devido seu significado mitológico, que evidenciam a existência de manifestações pré-históricas, desconhecidas até pouco tempo e que são representativas de um mundo estético de marcada originalidade e precursora de uma linguagem amazônica.

A diversidade e o vigor da população indígena no Brasil, está revertendo uma tendência que apontava para uma extinção no século passado, onde na década de 80 a população que era menor que 100.000, chegou a 295.000 em   1991 e no censo publicado em 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esta população alcançou 869.9 mil indígenas, uma alta fecundidade e um salto populacional devido a integração afirmativa que se observa nas aldeias e nos jovens indígenas brasileiros.

As Etnias ganham na região do Tapajós um destaque pelo resurgimento de antigas nações e tribos ditas como extintas em meados do século XVII, apresentando sua cultura de forma original e de grande relação com a natureza. É o caso dos Tapajó, Tupinambás, Arapiuns, Jaraqui, Cumaruara, Mundurucus, Wai Wai, Cara Preta, Boraris e outras que aliados aos índios do Xingu, marcam cada vez mais a intima relação destes com a terra e com os rios, havendo a demanda de políticas que garantam as suas principais fontes de sobrevivência, de sua cultura e identidade.

Neste propósito, os congressistas do VI simpósio Brasil-Alemanha de Desenvolvimento Sustentável, terão a satisfação de estar numa cidade  construída em um sítio arqueológico de uma das mais enigmáticas tribos da Amazônia, os Tapajós, com a possibilidade de visitarem e projetarem novos programas de cooperação para as áreas remanescente, aliando o conhecimento científico com a sabedoria milenar local.

Bem vindos a Aldeia Santarena e ao Campus Tapajós  da Ufopa,  sítio arqueológico construído na Vera Paz visando a integração dos mundos e da amazônia. Aqui somos todos Parentes.

Fonte:

A grande riqueza cultural indígena, tem na Amazônia um ápice evolutivo, sendo valorizado devido seu significado mitológico, que evidenciam a existência de manifestações pré-históricas, desconhecidas até pouco tempo e que são representativas de um mundo estético de marcada originalidade e precursora de uma linguagem amazônica.

A diversidade e o vigor da população indígena no Brasil, está revertendo uma tendência que apontava para uma extinção no século passado, onde na década de 80 a população que era menor que 100.000, chegou a 295.000 em   1991 e no censo publicado em 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esta população alcançou 869.9 mil indígenas, uma alta fecundidade e um salto populacional devido a integração afirmativa que se observa nas aldeias e nos jovens indígenas brasileiros.

As Etnias ganham na região do Tapajós um destaque pelo resurgimento de antigas nações e tribos ditas como extintas em meados do século XVII, apresentando sua cultura de forma original e de grande relação com a natureza. É o caso dos Tapajó, Tupinambás, Arapiuns, Jaraqui, Cumaruara, Mundurucus, Wai Wai, Cara Preta, Boraris e outras que aliados aos índios do Xingu, marcam cada vez mais a intima relação destes com a terra e com os rios, havendo a demanda de políticas que garantam as suas principais fontes de sobrevivência, de sua cultura e identidade.

Neste propósito, os congressistas do VI simpósio Brasil-Alemanha de Desenvolvimento Sustentável, terão a satisfação de estar numa cidade  construída em um sítio arqueológico de uma das mais enigmáticas tribos da Amazônia, os Tapajós, com a possibilidade de visitarem e projetarem novos programas de cooperação para as áreas remanescente, aliando o conhecimento científico com a sabedoria milenar local.

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Fonte: http://www.ufopa.edu.br/sba-2013/informacoes/comunidade-indigena



Comentários

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rxjLTiVEGOWxNHy 13/04/2013, às 03:26

HgPzyK , [url=http://chqcesfoepwz.com/]chqcesfoepwz[/url], [link=http://oinxsvefnuon.com/]oinxsvefnuon[/link], http://ejxkeykkzgkc.com/

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AKnuBwRmqzuRUPdTh 12/04/2013, às 03:23

wT4y0c vydacceknoay

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fiGuePOBIV 11/04/2013, às 13:30

ytw8OE , [url=http://cdjecvdkcdkq.com/]cdjecvdkcdkq[/url], [link=http://wnzlycnjybjc.com/]wnzlycnjybjc[/link], http://eistkemppxrm.com/

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GptPNKJuZTpSDp 09/04/2013, às 22:05

Not a cover, but my favourite iprapnopriate use of the Rokeby Venus was in The Tudors (HBO production I believe, but shown on the BBC over here). Remarkably, without any kind of explanation or apparent shame, they showed it being painted by Hans Holbein instead of Velazquez!Truly bizarre.


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