Colunistas

13/08/2015

matéria de: Ivan Seibel

AHAI 1097 Preservação das matas nativas

Faz pouco tempo que no Brasil foi proibida a derrubada das matas nativas. Nos anos de 1980 o assunto passou a receber mais atenção da parte das autoridades, ao menos nos estados da Região Leste. Mesmo nos anos de 1980 a 1985 ainda se conseguia vender árvores de madeira de lei para a construção de casas. Entretanto, nas regiões onde o processo de colonização pelos imigrantes pomeranos havia iniciado antes de 1920 ou 1930, as matas em geral já tinham sido “desbastadas” isto é, a maior parte das madeiras de lei, principalmente Jacarandá e peroba, tinha sido retirados. Ao final da década de 1980 pouca coisa restara. É sabido que nos primeiros 50 anos da colonização o processo de liberação da terra conhecido como “derrubada e queima” disponibilizou os terrenos para as plantações em meio ás extensas florestas tropicais, eliminando árvores centenárias e limpando a superfície pelo processo da queima. Na época não havia outra forma de se conquistar um terreno em meio a esta vegetação tropical exuberante. Entretanto, na medida em que os lotes de terra passavam a ser mais cultivados, a mata virgem começou a minguar. As tão necessárias áreas de florestas remanescentes onde facilmente pudessem ser localizados animais silvestres como macacos, pacas, cotias, ratões do banhado, jacus, jacupembas, inhambus, macucos, pombas do mato, marrecos e um sem número de outros animais pequenos passaram a ser menos comuns. Mesmo assim, já a partir de 1950 surgiram as primeiras vozes clamando pela preservação da mata remanescente.  O que ainda existia precisava ser conservado, pois, como diziam, “se não o fizermos, nossos filhos não poderão conhecer todas estas belezas da natureza”

Seria isto por hoje. 

Seu Ivan Seibel

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