Tempo de plantar e de colher... - Editorial / Grupo de Mídia BrasilAlemanha.

Olá amigo/a rumo ao Bi!

Antes de colher é preciso plantar. No campo – tanto na agricultura familiar quanto no agronegócio - todos sabem e praticam isso. 

O mesmo mesmo se dá na cultura, sem o ‘agri’, no sentido mais amplo da palavra, mas aí facilmente esquecemos esta sequência. 

E até tem os que só colhem se outros plantaram. São os parasitas, oportunistas.

No caso da cultura alemã no Brasil, também não é fácil trabalhar a sua reafirmação. Tem cheiro de bolor, de parada no tempo, de tradição, desacompanhada da inovação que completa o nosso lema “Tradição – Cultura – Inovação”. Já tivemos épocas muito melhores, lá atrás, antes de 1937 e 1939, quando Porto Alegre e o RS ocupavam a terceira posição entre as capitais e os estados da Federação em praticamente tudo! 

Nós, do Grupo de Mídia BrasilAlemanha, trabalhamos os mais diversos campos, do micro ao macro. Mas, por força das circunstâncias, ainda continuamos no regime da ‘agricultura familiar’, de subsistência. Aliás, aproveitando a oportunidade, somos extremamente gratos aos pequenos anunciantes, os da ‘cultura familiar’, frequentadores dos nossos “Classificados” semestrais nos mais diversos ‘campos’ desse penoso ‘varejinho’.  

Neste contexto, vai aqui o nosso reconhecimento à 
ACELE >, à Dickow Alimentos >, à Rota Romântica >, à Esculturas Parque Pedras do Silêncio >, ao Restaurante Lindenhof >, à Sociedade Filarmônica Lyra >, ao Centro Cultural 25 de Julho de Blumenau, ao Fassbier de Caxias do Sul, à Livraria Herrmann de Porto Alegre, à Livraria Pe. Reus de Porto Alegre-São Leopoldo, ao Centro Cultural 25 de Julho de Ijuí, à Deula-Brasil de Ijuí, ao Instituto Ivoti, ao Tradutor Martin Stohrer, ao Colégio Visconde de Porto Seguro de São Paulo, ao Projeto Imigrantes, ao Cantor Mauro Harff, ao tradutor Igor Rafailov, ao Restaurante Windhuk, à Banda La Montanara, à Meine Griffe, à Super Banda Choppão, ao Paradouro Restaurante,  à Associação Cultural Gramado, ao Restaurante Ratskeller-Baumbach, à Churrascaria Schneider, ao Roteiro Rural Alemães do Sul, à Amstad Gráfica e Editora, à Picoral Bandeiras, ao curso Auf gut Deutsch, entre outros.
                                                             
Mas continuamos 100% carentes do “agronegócio” da cultura alemã. Cadê as grandes empresas, que se criaram e cresceram no fértil e consistente caldo de cultura alemã? Parecem ainda presas às velhas contradições dos anos 1940, 50, 60 e 70 do século passado. Na época, os pais, nas cidades maiores, achavam melhor não mais falarem alemão ‘para não se incomodarem’ com as autoridades e se adequarem à sociedade civil. Superados os preconceitos, hoje 'alemão' virou sinônimo de reinvenção de um povo, volta por cima, democracia, respeito, admiração, qualidade, inovação. Seu mais recente ícone, a 'chanceler federal' Angela Merkel, acabou de ser proclamada pela revista estadounidense Forbes 'a mulher mais poderosa do mundo' pelo oitavo ano consecutivo. Mas, por aqui, as empresas 'alemãs' se fecham em copas e nem sequer abrem o jogo, do tipo 'isso nos diz respeito, nos interessa, vamos conversar, afinar expectativas, ajustar propósitos'.

Mas, há um oásis solitário neste deserto de apostas e investimentos em cultura alemã. Desponta aí com singular brilho a 
Aços Favorit, de Cachoeirinha, RS, com filiais em Caxias do Sul, Curitiba e Itupeva, São Paulo. Quando da fundação, em 1996, seu idealizador, o berlinense Rudolf Fritsch, 'Homem do Aço 2010' da Associação do Aço-RS, já contabilizava 58 anos de vida e de sucesso profisional como representante de empresa austríaca do ramo e é o mais qualificado avalizador do Grupo de Mídia BrasilAlemanha. Ele, empresário de sucesso e ex-presidentedo Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre, aprova e investe em nossa maneira de trabalhar a reinserção da tradicional cultura alemã do Brasil na modernidade da dinâmica e inovadora cultura germânica, que rebrota cada vez mais vigorosa em suas vertentes europeias.

Apesar das incertezas de toda ordem que afligem atualmente os brasileiros em sua busca por uma nova bússola, em substituição à que sofreu sérias avarias nos últimos tempos, os próprios ‘alemães de lá’ parece acreditarem mais no Brasil do que nós mesmos, os brasileiros. Nos últimos tempos, só no RS e SC, vimos desembarcar a Fraport AG, de Frankfurt, e o Zürich Airport, de Zurique, revitalizando os aeroportos de Porto Alegre e Florianópolis; o Centro de Estudos Europeus e Alemães (UFRGS/PUCRS); o Medical Valley no eixo Porto Alegre – São Leopoldo – Novo Hamburgo; a Stihl (ampliação, Centro de Pesquisas); a SAP (ampliação, Centro de Pesquisas), ambas em São Leopoldo; a Jost/Randon em Caxias do Sul; a Maffei em Santa Maria; a BMW em Araquari/Joinvile, SC; o Encontro Econômico Brasil-Alemanha em Porto Alegre (2017), entre outros. 

A propósito: nesta quarta-feira, 05.12, a Comissão do Bicentenário foi recebida pelo Depto. de Marketing da 
Fraport Brasil no Terminal 2 em Porto Alegre, para ampla exposição do que já vem sendo feito e do que esperamos fazer rumo ao Bicentenário. Em meio às exposições, a diretora de Marketing, Natalie Valezi, paulistana de origem, perguntou o óbvio: “E vocês já têm o apoio de um grupo de empresários locais ligados à cultura alemã?”. A resposta saiu meio pela tangente, nada constrangedor, na base do ‘estamos trabalhando para isso’, mas revelador do estado de espírito que norteou as lideranças locais da cultura alemã na época de ‘bullying’. Quando chegar o Bicentenário, essas empresas não vão poupar gastos com publicidades de página inteira nos jornais e generosos espaços na TV e mídias sociais, com textos inspirados de especialistas de competentes agências de publicidade, pois não vão perder a oportunidade de ‘aparecer’.  

De momento, porém, ainda estamos empenhados em estabelecer estratégias para superarmos juntos estas dificuldades de ordem histórica e em elaborar uma matriz propositiva e cooperativa, objetivando uma maximização de resultados, decorrentes de uma sólida e progressiva reinserção num universo de Primeiro Mundo, representado por países emissores da nossa cultura alemã como Alemanha, Áustria, Suíça, Luxemburgo, Lichtenstein, Hungria, entre outros. 

A propósito, o embaixador de  Luxemburgo no Brasil, Carlo Krieger, em recente 
visita a Nova Petrópolis, fez questão que o seu país também fosse incluído nos preparativos e festividades da etnia alemã. 

Aliás, estas mesmas festividades poderão incluir, em formatação a ser ainda definida, todas as etnias, a começar pelos indígenas, passando por lusos, afros, alemães, italianos, poloneses, holandeses, judeus, japoneses, sírios, libaneses, haitianos, venezuelanos, numa espécie de gigantesca 
FENADI - Festa Nacional das Culturas Diversificadas, celebrada desde 1981 com grande sucesso pela União das 11 Etnias na cidade de Ijuí, RS. No nosso caso, a referência maior será sempre a imigração alemã, a pioneira, ocorrida menos de dois anos após a Proclamação da nossa Independência. Aliás, imigração é hoje tema de extrema atualidade universal. 

Um vasto campo de novas relações e intercâmbios se abre para incrementarmos e aperfeiçoarmos nossa vinculação com uma das sociedades mais avançadas do mundo em praticamente todas as áreas, para o bem de toda a sociedade brasileira. Não podemos mais continuar perdendo este trem da história!

De nossa parte, estamos com dois novos e prmissores projetos, que apenas precisam do apoio de pequenos, médios e sobretudo grandes investidores para poderem decolar:
1) 
Jornadas de Integração Cultural Alemã nas Comunidades e
2) 
Programa semanal de TV ‘Conexão Brasil Alemanha’, bilíngue português-alemão, inicialmente pelo Canal BAH! (20 da NET em Porto Alegre) com transmissão simultânea pelo http://bahtv.com.br/, pelo YouTube e pelas redes sociais e extensão gradativa a outros canais pelo Brasil afora.
E tudo intensamente entrelaçado e repercutido pelos diversos canais do Grupo de Mídia BrasilAlemanha!
  
Veja neste link todo o detalhamento das vantagens da sua participação, essencial para a contínua expansão do grande projeto do Bicentenário da Imigração Alemã, até que ele se torne autossuficiente e caminhe por suas próprias pernas – o que esperamos ocorrer muito em breve, com a entrada no ar do telejornal Conexão Brasil Alemanha. Ajude-nos a chegar lá com toda a pujança que o momento  merece. 

Que fase! E tu, o que fazes?

Importante: Todos os nosso apoiadores serão nominados no programa de estreia pela apresentadora e terão seus nomes divulgados na tela!  E também no programa radiofônico AHAI em mais de duas dezenas de emissoras!

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